Overdose

Testando os limites físicos e psicológicos no trabalho, para me manter acordado…

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4ª xícara de café (ás 10h53), somada à balas de café...

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Avalanche de informações

Diariamente somos “soterrados” de informações, tanto por mídias convencionais, como televisão e rádio, quanto por novas mídias, principalmente as da internet (email, redes sociais e afins). Conectamo-nos, na certeza de estarmos na vanguarda do mundo, da informação, da atualidade. Será?

No Observatório da Imprensa, o jornalista Luiz Egypto (editor do portal) comenta os  os cálculos de Mark Hurst, autor de “Alfabetização Digital: a produtividade na era da sobrecarga da informação e dos e-mails” (BitLiteracy: Productivity in the Age of Information and E-mail Overload), que questionam o advento das redes sociais sobre o email.

Em sua análise, Egypto destaca dados que comprovam que tal movimento, em partes, inexiste, ao expôr que o número de correios eletrônicos enviados diariamente é o triplo das mensagens disparadas nas redes sociais mais populares, como Facebook e Twitter.

O texto de Egypto ainda destaca dados da consultoria sueca Pingdom, segundo a qual 107 trilhões de e-mails foram disparados em 2010; 294 bilhões é o número médio de mensagens enviadas diariamente entre os 1 bilhão e 800 milhões de usuários espalhados pelo mundo, estes detentores de 2,9 bilhões de contas de correio eletrônico, das quais algo em torno de 25% são contas corporativas.

Mas uma informação, mais alarmante, salta os olhos em meio à discussão: 89% dos emails recebidos são spams, isto é, mensagens indesejadas. Mais adiante, outro dado preocupante: uma pessoa gasta, em média, 8,6 horas por ano gerenciando mensagens indesejadas.

Nesse panorama, cabe um questionamento: será que vivemos, realmente, a “Era da Informação”, ou vivemos a “Sobrecarga de informação”?

Quais são os acréscimos dos 89% de emails indesejados, que diariamente superlotam as caixas de entrada dos emails? Partindo de tal pressuposto e incluindo na conta as propagandas que saltam em sites (ou mesmo nas redes sociais), assim como reportagens publicitárias que inundam a internet, será que realmente temos acesso à quantidade de informação que pensamos ter?

Esse é um dos paradigmas expostos, hoje, por especialistas que analisam a revolução digital promovida pela internet: será que vivemos uma era de superinformação ou sobrecarga de dados? Estamos mais inteligentes/antenados ou cada vez mais alienados, devido à sobrecarga de informações?

O segmento de comunicação se questiona sobre isso, uma vez que mudanças são necessárias no atual panorama. Ou então, perderemos mais tempo e espaço lidando com spams.

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A morte é uma piada

Dizem que esse texto é do Pedro Bial. Não sei se condiz com a verdade… Em todo o caso, fica aqui creditado à ele…

Assisti a algumas imagens do velório do Bussunda, quando os colegas do Casseta & Planeta deram seus depoimentos, parecia que a qualquer instante iria estourar uma piada,estava tudo sério demais, faltava a esculhambação, a zombaria, a desestruturação da cena, mas nada acontecia ali de risível, era só dor e a perplexidade, que é mesmo o que causa em todos os que ficam.  Continue lendo

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Da prática diária do jornalismo

São Carlos, São Paulo.

Há muito não apareço para expressar minhas parcas e superficiais impressões a respeito do cotidiano que vivo. Saio de meu retiro forçado e volto à web vida para tratar de um tema que, desde 25 de fevereiro, me consome de forma quase exclusiva: o “jornalismo” e sua prática diária.

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Sobre o alucinado ofício do jornalismo

Sobre o alucinado ofício do jornalismo
“Pois o jornalismo é uma paixão insaciável que só se pode digerir e torná-lo humano por sua confrontação descarnada com a realidade.

Ninguém que não a tenha sofrido pode imaginar essa servidão que se alimenta dos imprevistos da vida.

Ninguém que não a tenha vivido pode conceber, sequer, o que é essa palpitação sobrenatural da notícia, o orgasmo das primícias, a demolição moral do fracasso.

Ninguém que não tenha nascido para isso e esteja disposto a viver só para isso poderá persistir num ofício tão incompreensível e voraz,cuja obra se acaba depois de cada notícia como se fora para sempre,mas que não permite um instante de paz enquanto não se recomeça com mais ardor do que nunca no minuto seguinte”.

(Gabriel García Márquez)

* O 7 de abril como Dia do Jornalista foi instituído pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI) em homenagem ao médico e jornalista João Batista Líbero Badaró, morto em São Paulo, em 22 novembro de 1830, por inimigos políticos. O movimento popular gerado por sua morte levou à abdicação de D. Pedro I, no dia 7 de abril de 1831. Um século depois, em 1931, em homenagem a esse acontecimento, o dia 7 de abril foi instituído como o “Dia do Jornalista”.

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